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21/05/2020

Phase-in e phase-out como métricas na gestão de demanda

Veja quais dados a sua indústria deve acompanhar para ter mais previsibilidade

Phase-in e phase-out como métricas na gestão de demanda

A Quarta Revolução Industrial conseguiu aumentar a produtividade e a competitividade das indústrias, levando máquinas inteligentes e inovadoras para o chão de fábrica. 

Mesmo com todo esse avanço na tecnologia, ainda há um problema sem solução que tira o sono dos gestores: a falta de previsibilidade.

Qualquer empresa gostaria de ter uma bola de cristal para saber qual será o futuro do mercado, como isso afetará a sua demanda e ter certeza de que o phase-in irá superar o phase-out. 

Imagine, apenas com um comando de voz, poder ter acesso a esses dados de forma precisa e com margem de erros igual a zero. Enquanto isso não se torna realidade, temos que usar as técnicas disponíveis para fazer uma previsão de demanda mais precisa possível. 

Acompanhe nos próximos tópicos como controlar os dados sobre a entrada e saída de pedidos da sua produção.

Pedidos de Venda

O segredo está nas informações de pedidos de venda da sua manufatura. Informação é tudo! Primeiro, vamos entender o contexto da indústria. 

Em outros artigos já mencionamos como a gestão Lean Manufacturing aumenta a produtividade da fábrica e reduz custos, adotando filosofias como o Just-in-Time, melhoria constante e outras técnicas comprovadas pelo Sistema de Produção Toyota. 

Um dos princípios dessa metodologia é manter o estoque mínimo conforme a demanda, eliminando qualquer forma de desperdício.

Nesse ponto surge a grande questão: como prever uma demanda que é gerada a partir da encomenda de clientes, sem ter surpresas com a entrada e saída de produtos? A resposta está no registro correto dos pedidos de vendas.

O desafio da indústria na previsão de demanda

Essa é a realidade da manufatura em geral, mas para deixar mais claro vamos usar o setor automobilístico como exemplo. 

As fábricas que prestam serviço como fornecedoras das grandes montadoras recebem com antecedência os pedidos das autopeças – as ordens de compra são atualizadas semanalmente pelo cliente. 

Para garantir que a fornecedora conseguirá entregar as encomendas no prazo combinado, a matéria-prima e todos os equipamentos são previamente preparados. Ou seja, a fábrica investe de acordo com a previsão de compra do cliente. 

No entanto, é comum as montadoras pararem de utilizar determinada peça, cortando aos poucos os pedidos daquele produto sem avisar a companhia parceira.  

A consequência para a fornecedora é um grande prejuízo com perda de material, estoque e peças obsoletas que não serão adquiridas conforme o planejado. 

Saiba como reduzir custos na produção com o Design para Manufatura (DFM).

O Phase-in e o Phase-out

Nesse momento, entram dois nomes importantes para a previsibilidade de demanda e que têm tudo a ver com os pedidos de vendas: o phase-in e o phase-out. Vamos entender o que esses termos significam.

Denominamos phase-in quando a indústria recebe um pedido do cliente e inicia a entrada desse novo produto em sua linha de produção. Já o phase-out, refere-se à interrupção da fabricação de determinada peça.

A questão é: não tem como saber quando o cliente decidirá interromper a produção de determinada peça, ou seja, quando encerrará o ciclo de vida daquele produto dentro da fábrica. 

Portanto, a única forma de controlar isso é registrando disciplinadamente o phase-in dos produtos para acompanhar com base no histórico dos pedidos, quando as solicitações de cada item começam a cair drasticamente, indicando um futuro phase-out. 

Outra vantagem de acompanhar os dados do phase-in e phase-out é aumentar o poder de negociação com o cliente sobre pedidos, datas e materiais. 

 

Diferença entre Phase-in/Phase-out e Forecast

Há ferramentas que ajudam na tarefa de compilar as informações referentes às entradas e saídas dos pedidos de vendas. O importante é conhecer a diferença entre elas para efetuar as anotações de forma correta. 

O Forecast é a ferramenta mais conhecida, utilizada regularmente por times de vendas que desejam fazer estimativas de novos contratos. Especificamente na indústria, o recurso marca as entradas dos pedidos de vendas confirmados para fazer a previsão de demanda. 

A partir desses dados, é possível fazer um levantamento de lote econômico, ter acesso a estimativas de pedidos de produtos (se houve quedas ou aumento de solicitações indicando um possível phase-out).

Também há outra forma de registro que pode ser feita paralelamente ao Forecast. Nesse caso, a única diferença é que, ao invés de reunir apenas os pedidos que já foram confirmados, informam-se as prováveis demandas que serão solicitadas pelo cliente. 

Qualquer indício de que haverá novas encomendas já pode ser incluso nesse relatório. Esse cadastro contribui com outro método que ajuda a controlar a demanda chamado S&OP. 

Para recapitular: ficar atento ao phase-in é fundamental para se antecipar a um phase-out, contribuindo com o gerenciamento do estoque. Aqui, a palavra-chave é gestão de demanda.

Gestão de Demanda

A gestão de demanda determina a quantidade certa de produtos que devem ser fabricados para atender a procura dos clientes. 

Assim, proporciona condições para que a indústria alcance altos índices de desempenho, otimize o estoque, equilibre a produção com o nível de estoque, consiga estar presente para os seus consumidores no tempo e na medida certa.

Quer mais um motivo para ficar de olho na demanda? Ela influencia diretamente o controle de estoque. Qualquer informação incorreta sobre a quantidade que deve ser produzida e vendida pode causar enorme prejuízo. 

Afinal, esse setor sinaliza quando é necessário reabastecer os suprimentos e a quantidade que deve ser adquirida. Uma gestão de demanda correta evita que o estoque seja prejudicado.

Tipos de demanda

• Demanda dependente: A partir da previsão da demanda independente é estipulada a previsão interna para a fabricação do produto, indicando os recursos e suprimentos necessários para atender a demanda do produto acabado. 

Portanto, é estabelecido com base na quantidade de produção calculada pelo MRP - Master Production Schedule ou Plano Mestre de Produção.

• Demanda independente: Na demanda independente a empresa não tem como saber qual será a demanda futura. Por estar sujeita a fatores externos, como as condições do mercado, não pode ser controlado pela indústria. 

Nesse caso, é feita uma estimativa com base em dados anteriores, porém as previsões podem sofrer alterações e não são 100% garantidas. 

Como o S&OP pode ajudar

O S&OP é uma metodologia que busca proporcionar o equilíbrio entre demanda e oferta. Para isso, integra todas as áreas da empresa no processo de planejamento e elaboração das metas de produção. 

Unir diferentes departamentos no processo, alinhando a comunicação entre eles, garante mais eficiência a produção e torna todos os setores responsáveis pelo alcance dos resultados.

O sistema S&OP segue algumas etapas, que são executadas de forma linear, para que a ferramenta tenha sucesso. Antes de mais nada, é preciso seguir recomendações importantes como: 

• Designar os responsáveis por cada fase do projeto; 

• Realizar treinamentos para se certificar de que todos estão cientes da importância do procedimento; 

• Definir as famílias de produto e a unidade de medida usada na quantificação dos produtos; 

• Preencher a descrição das famílias, metas de inventário, previsões e observações relevantes.

Aprenda a criar um planejamento de operações com o S&OP.

Etapas do S&OP 

1. Previsão de vendas: reunir informações de ferramentas como Forecast e histórico de vendas;

2. Plano de operações: planejar o processo de fabricação com os setores de produção ou PCP ;

3. Plano de suprimentos: definir os itens de suprimento, matéria-prima e equipamentos necessários para a fabricação com base no que será produzido;

4. Planejamento financeiro: traduzir o planejamento de vendas e o plano de operações e suprimentos em números;

5. Reunião pré-S&OP: analisar e rever os objetivos e planos traçados até essa etapa do processo, fazer os últimos ajustes até chegar em um consenso;

6. Reunião S&OP executivo: apresentação final do cronograma de produção concluído e acordo de comprometimento em realizar o que foi planejado. 

A melhoria contínua como filosofia

Lembre-se sempre de praticar a melhoria constante, tanto em aspectos internos como a análise crítica dos processos e sua eficiência, quanto melhorias externas.

Entre os benefícios deste processo estão a melhora considerável nos níveis de atendimento ao cliente, redução de custos e prazos de entrega e flexibilidade no ritmo da fabricação, permitindo ajustar a linha de produção com antecedência.

Por fim, registrar e acompanhar os dados de entrada e saída de produtos é fundamental para realizar uma boa gestão de demanda e, consequentemente, de estoque. 

Que tal começar a implantar essas ferramentas no seu estoque? Compartilhe nas redes sociais!

Veja também: Gestão da manufatura com a solução ERP: o investimento que vale a pena.

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