Segurança da Informação: 6 dicas práticas para proteger seu negócio

Descubra como reduzir os riscos de ataques virtuais nas empresas

Segurança da Informação: 6 dicas práticas para proteger seu negócio

Todos os dias somos surpreendidos por uma enorme quantidade de informações provenientes da internet, não é mesmo?

O mundo virtual e a ‘infoxicação’ tem se incorporado cada vez mais ao físico, possibilitando em poucos segundos uma enorme troca de dados entre pessoas e organizações das mais diversas regiões do planeta. 

Porém, ao mesmo tempo que a Era da Informação dissemina conhecimento e proporciona uma interação incrivelmente veloz, ela também nos deixa expostos a alguns riscos. 

Uma das mais recentes ameaças registradas no meio digital ocorreu em meados de 2017, no qual organizações públicas e privadas sofreram um enorme ataque cibernético e tiveram seus computadores invadidos por um vírus ransomware, roubando informações sigilosas e pedindo um pagamento de recompensas.

Até mesmo órgãos brasileiros, como o Tribunal de Justiça, a Petrobras e inclusive o Itamaraty tiveram seus sistemas invadidos, tornando o Brasil o segundo país do mundo com maior número de crimes cibernéticos. 

Situações como essas são comuns e de extrema gravidade, trazendo sérias consequências para as instituições - como a perda de arquivos, sequestro de dados e roubo de informações financeiras e pessoais

Para que casos como esses não sejam recorrentes e não aconteçam na sua empresa, é preciso investir fortemente em Segurança da Informação (SI).

Destacamos algumas medidas que podem auxiliar na proteção das informações dentro da sua organização.

1. Prevenção faz toda a diferença 

Condutas corretivas são uma realidade na maioria das empresas que tomam atitudes apenas quando seus sistemas são invadidos ou na mira de vírus ou hackers. No entanto, o ideal é que as companhias pensem em ações de prevenção, com o objetivo de proteger seus dados antes que seus computadores sofram ataques.

Uma das principais medidas preventivas a serem adotadas é a instalação de um bom antivírus em todas as máquinas para realizar análises de vulnerabilidade periódicas e identificar arquivos suspeitos.

Além disso, é imprescindível capacitar os colaboradores em relação aos perigos presentes no ambiente virtual, oferecendo treinamentos sobre cibersegurança e alertando-os sobre as complicações que o vazamento de informações pode ocasionar à companhia.

2. Atente-se aos arquivos suspeitos

De acordo com a pesquisa realizada pela ESET, empresa especialista em detecção proativa de ameaças, o Brasil é o quarto país da América Latina que mais sofre com ataques ransomware

Em razão disso, os mesmos cuidados mínimos devem ser tomados no momento de navegar pela internet e principalmente na hora de abrir arquivos duvidosos via e-mail, sites ou redes sociais.

Diariamente, milhares de e-mails são enviados ao redor do mundo às pessoas e organizações das mais diversas nacionalidades. Contudo, muitas dessas mensagens podem conter conteúdos nocivos (“spam”), que são capazes de coletar informações sigilosas sobre a companhia – como contas bancárias, faturamento e dados pessoais dos funcionários.

3. Garanta proteção completa

Em hipótese alguma salve os arquivos da organização somente em planilhas e arquivos de texto, pois eles estarão mais vulneráveis. A segunda grande orientação é: invista com urgência em um excelente software de gestão.

Apenas o antivírus não é capaz de assegurar proteção completa de todas as informações. Já com um sistema de gestão empresarial, os dados da companhia ficam armazenados em um local seguro e ainda é possível contar com um suporte especializado que irá auxiliá-lo na batalha contra o cibercrime.  

Essa ferramenta de gerenciamento tem a capacidade de realizar backups automáticos e contínuos de todos os arquivos registrados na solução, e ainda traz à empresa a tranquilidade de poder contar com uma equipe de TI altamente capacitada para intervir em qualquer problema que eventualmente apareça.

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4. Cuidado com as senhas

Você utiliza as mesmas senhas em todos os locais e ainda tem o hábito de compartilhá-las com os mais próximos? Então, repense essa atitude, pois elas são a grande chave para o sigilo de seus dados. 

Para contornar a crescente onda de crimes cibernéticos que vêm ocorrendo nos últimos anos, as empresas estão investindo fortemente em segurança da informação.

Senhas com caracteres especiais, uso de digitais e criptografia de ponta-a-ponta têm sido algumas das estratégias utilizadas para aumentar a força desses códigos tão importantes para a proteção das informações.

Se a sua organização ainda não emprega nenhum desses modelos, é necessário começar o quanto antes. Primeiramente, estabeleça uma política de senhas, com o objetivo de habilitar seus colaboradores a criá-las e alterá-las sempre que necessário

É de extrema importância salientar à equipe que não divulguem informações sigilosas sobre a empresa ao meio externo, evitando possíveis vazamentos. 

5. Faça análise de ameaças 

Além da manutenção preventiva - por meio de sistemas antivírus e treinamentos - também é crucial que as empresas frequentemente realizem uma avaliação de riscos, a fim de examinar quais ferramentas e departamentos estão mais suscetíveis a ameaças e danos.

Com o apoio de especialistas da área de Tecnologia da Informação (TI), a empresa consegue identificar as principais vulnerabilidades presentes em seus sistemas internos, traçando estratégias para reduzir os potenciais riscos e fortalecer a segurança de dados da organização. 

Atentar-se às atualizações de versão dos sistemas operacionais também é parte da proposta de análise de riscos e deve ser realizada com frequência. Sistemas desatualizados estão mais propensos aos ataques cibernéticos e facilitam a entrada de vírus e hackers.

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6. Tenha a tecnologia como aliada

A transformação digital tem alterado a forma como as empresas investem em segurança da informação. Atualmente, apenas a contratação de pessoas capacitadas para prevenir e solucionar problemas que envolvam a proteção dos sistemas não é suficiente. 

Com a criação de ferramentas que funcionam com o auxílio da Inteligência Artificial (IA), já é possível automatizar diversos processos de cibersegurança nas organizações. Estas tecnologias têm a capacidade de coletar dados, identificar vazamentos de informações e repassá-las automaticamente aos profissionais responsáveis

Aos poucos as companhias estão passando por um completo processo de transição para se adaptar às novas tecnologias e, principalmente, fortalecer a segurança de seus sistemas. 

Portanto, é importante que a sua organização preze pela adoção de ferramentas confiáveis, a fim de monitorar continuamente os sistemas em busca de vulnerabilidades e garantir a segurança completa dos dados.

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