Descubra como reduzir os riscos de ataques virtuais nas empresas

Todos os dias somos surpreendidos por uma enorme quantidade de informações provenientes da internet, não é mesmo?
O mundo virtual e a ‘infoxicação’ tem se incorporado cada vez mais ao físico, possibilitando em poucos segundos uma enorme troca de dados entre pessoas e organizações das mais diversas regiões do planeta.
Porém, ao mesmo tempo que a Era da Informação dissemina conhecimento e proporciona uma interação incrivelmente veloz, ela também nos deixa expostos a alguns riscos.
Uma das mais recentes ameaças registradas no meio digital ocorreu em meados de 2017, no qual organizações públicas e privadas sofreram um enorme ataque cibernético e tiveram seus computadores invadidos por um vírus ransomware, roubando informações sigilosas e pedindo um pagamento de recompensas.
Até mesmo órgãos brasileiros, como o Tribunal de Justiça, a Petrobras e inclusive o Itamaraty tiveram seus sistemas invadidos, tornando o Brasil o segundo país do mundo com maior número de crimes cibernéticos.
Situações como essas são comuns e de extrema gravidade, trazendo sérias consequências para as instituições - como a perda de arquivos, sequestro de dados e roubo de informações financeiras e pessoais.
Para que casos como esses não sejam recorrentes e não aconteçam na sua empresa, é preciso investir fortemente em Segurança da Informação (SI).
Destacamos algumas medidas que podem auxiliar na proteção das informações dentro da sua organização.
Condutas corretivas são uma realidade na maioria das empresas que tomam atitudes apenas quando seus sistemas são invadidos ou na mira de vírus ou hackers. No entanto, o ideal é que as companhias pensem em ações de prevenção, com o objetivo de proteger seus dados antes que seus computadores sofram ataques.
Uma das principais medidas preventivas a serem adotadas é a instalação de um bom antivírus em todas as máquinas para realizar análises de vulnerabilidade periódicas e identificar arquivos suspeitos.
Além disso, é imprescindível capacitar os colaboradores em relação aos perigos presentes no ambiente virtual, oferecendo treinamentos sobre cibersegurança e alertando-os sobre as complicações que o vazamento de informações pode ocasionar à companhia.
De acordo com a pesquisa realizada pela ESET, empresa especialista em detecção proativa de ameaças, o Brasil é o quarto país da América Latina que mais sofre com ataques ransomware.
Em razão disso, os mesmos cuidados mínimos devem ser tomados no momento de navegar pela internet e principalmente na hora de abrir arquivos duvidosos via e-mail, sites ou redes sociais.
Diariamente, milhares de e-mails são enviados ao redor do mundo às pessoas e organizações das mais diversas nacionalidades. Contudo, muitas dessas mensagens podem conter conteúdos nocivos (“spam”), que são capazes de coletar informações sigilosas sobre a companhia – como contas bancárias, faturamento e dados pessoais dos funcionários.
Em hipótese alguma salve os arquivos da organização somente em planilhas e arquivos de texto, pois eles estarão mais vulneráveis. A segunda grande orientação é: invista com urgência em um excelente software de gestão.
Apenas o antivírus não é capaz de assegurar proteção completa de todas as informações. Já com um sistema de gestão empresarial, os dados da companhia ficam armazenados em um local seguro e ainda é possível contar com um suporte especializado que irá auxiliá-lo na batalha contra o cibercrime.
Essa ferramenta de gerenciamento tem a capacidade de realizar backups automáticos e contínuos de todos os arquivos registrados na solução, e ainda traz à empresa a tranquilidade de poder contar com uma equipe de TI altamente capacitada para intervir em qualquer problema que eventualmente apareça.
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Você utiliza as mesmas senhas em todos os locais e ainda tem o hábito de compartilhá-las com os mais próximos? Então, repense essa atitude, pois elas são a grande chave para o sigilo de seus dados.
Para contornar a crescente onda de crimes cibernéticos que vêm ocorrendo nos últimos anos, as empresas estão investindo fortemente em segurança da informação.
Senhas com caracteres especiais, uso de digitais e criptografia de ponta-a-ponta têm sido algumas das estratégias utilizadas para aumentar a força desses códigos tão importantes para a proteção das informações.
Se a sua organização ainda não emprega nenhum desses modelos, é necessário começar o quanto antes. Primeiramente, estabeleça uma política de senhas, com o objetivo de habilitar seus colaboradores a criá-las e alterá-las sempre que necessário.
É de extrema importância salientar à equipe que não divulguem informações sigilosas sobre a empresa ao meio externo, evitando possíveis vazamentos.
Além da manutenção preventiva - por meio de sistemas antivírus e treinamentos - também é crucial que as empresas frequentemente realizem uma avaliação de riscos, a fim de examinar quais ferramentas e departamentos estão mais suscetíveis a ameaças e danos.
Com o apoio de especialistas da área de Tecnologia da Informação (TI), a empresa consegue identificar as principais vulnerabilidades presentes em seus sistemas internos, traçando estratégias para reduzir os potenciais riscos e fortalecer a segurança de dados da organização.
Atentar-se às atualizações de versão dos sistemas operacionais também é parte da proposta de análise de riscos e deve ser realizada com frequência. Sistemas desatualizados estão mais propensos aos ataques cibernéticos e facilitam a entrada de vírus e hackers.
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A transformação digital tem alterado a forma como as empresas investem em segurança da informação. Atualmente, apenas a contratação de pessoas capacitadas para prevenir e solucionar problemas que envolvam a proteção dos sistemas não é suficiente.
Com a criação de ferramentas que funcionam com o auxílio da Inteligência Artificial (IA), já é possível automatizar diversos processos de cibersegurança nas organizações. Estas tecnologias têm a capacidade de coletar dados, identificar vazamentos de informações e repassá-las automaticamente aos profissionais responsáveis.
Aos poucos as companhias estão passando por um completo processo de transição para se adaptar às novas tecnologias e, principalmente, fortalecer a segurança de seus sistemas.
Portanto, é importante que a sua organização preze pela adoção de ferramentas confiáveis, a fim de monitorar continuamente os sistemas em busca de vulnerabilidades e garantir a segurança completa dos dados.
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